
Eu entrevistei o John Ulhoa, do Pato Fu, quando eles estavam iniciando a divulgação do CD mais recente da banda. Publico aqui os melhores trechos da nossa conversa, que foi também publicada na Home Studio há algum tempo…

Eu entrevistei o John Ulhoa, do Pato Fu, quando eles estavam iniciando a divulgação do CD mais recente da banda. Publico aqui os melhores trechos da nossa conversa, que foi também publicada na Home Studio há algum tempo…

Incitado pelo Lulu Camargo, eu resolvi fazer um pequeno teste para verificar se realmente passar um arquivo de áudio pelo ProTools “melhora” o som.
O teste é bem simples, e quem tiver os programas pode repeti-lo à vontade, nem precisa acreditar em mim: No Sound Forge, eu gerei 5 segundos de white noise, a 96Khz/24bits. Esse arquivo foi importado em uma sessão de ProTools e exportado novamente para um novo arquivo de onda. Novamente no Sound Forgeeu subtraí a onda resultante da original. Qualquer alteração microscópica entre as duas ondas gera um som diferente de zero.
O resultado da experiência? Silência matematicamente zero. Definitivamente, o ProTools NÃO melhora o som apenas por passá-lo nele.
PS: Pra não dizer que não mudou nada, o ProTools colocou um fade in e um fade out nas pontas do arquivo. Quem só acredita vendo (ou ouvindo!) como eu pode baixar os arquivos do meu teste aqui (apenas os 10 primeiros que tentarem conseguem, viva o rapidshare)

Passeando ontem pela Livraria Cultura, reparei que diversos álbuns estão sendo vendidos em vinil. Eu entendo porque alguém teria o fetiche de ter os discos do Bee Gees em sua forma original, e compreendo perfeitamente que as versões oficiais em CD dos álbuns dos Beatles sejam uma porcaria, o que faz algumas pessoas preferirem o velho vinil. Mas porque diabos – além dos DJs, obviamente – alguém iria querer um disco que acabou de ser gravado utilizando TUDO em tecnologia digital no formato de… vinil???
Sinceramente, me assusta pensar que alguém consegue realmente conceber que o vinil MELHORA o som de algo gravado digitalmente…

Li por aí que a nova moda de panelas hi-tech são as de titânio (pois é, isso existe). Aparentemente, são tão boas que não é necessário utilizar nenhum óleo, de tão anti-aderente que ela é. Eu imediatamente pensei o quão sem gosto ficaria metade da comida sem óleo, azeite etc. Mas… e a música com isso? Leia mais

Há algum tempo atrás, quando estava escrevendo a minha edição da Toque de Mestre, pesquisei alguns dos compressores mais clássicos e essa coisa toda. Percebi que havia uma grande “mística” em torno de alguns modelos que datavam das décadas do 1950 e 1960, que várias pequenas fábricas manufaturam hoje em dia, e cujos originais são caríssimos e raros. Leia mais

Para começar os posts do blog “pra valer”, vou colocar aqui um pedaço de matéria que está na Toque de Mestre. Não é a discussão final sobre o eterno assunto vinil X CD, mas é um bom começo… Leia mais