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mix

Apresento para vocês a música Análise, do cantor e compositor Almir Teixeira. Esse trabalho já foi gravado há algum tempo, mas a mixagem só terminou há pouco.

A idéia aqui é mostrar a música e, em outros posts ir aprofundando alguns tópicos, como compressão, efeitos, timbragens etc, usando-a para discutir técnicas de mixagem. Conforme forem surgindo assuntos, perguntem por aqui, é a melhor forma de eu saber o que “o povo quer saber”!

[audio:http://www.audioclicks.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/06/analise2010.mp3]

Ficha técnica:
Almir Teixeira: Voz e Violão
Ivan Chiarelli: Baixo
Jonas Grilo: Guitarra
Gibi: Bateria e percussão

E sim, é dela a bateria desse post!

Paulo Assis
Paulo Assis
Produtor musical, trabalha com captação , mixagem, masterização e consultoria de áudio.

8 Comentários

  1. Douglas disse:

    Valeu Paulo!!!1

  2. Paulo Assis disse:

    Olá Douglas
    Eu acho bem legal a idéia de dispor de ferramentas flexíveis para alterar o som, principalmente compressores e “aquecedores”. Se você grava já com um pré “bem quente”, você não terá como voltar depois, lembre-se disso.
    A necessidade e conveniência de aquecer um canal varia muito com o estilo, a qualidade da gravação, o efeito desejado etc. Não existe um ponto correto de aquecimento. Em algumas produções, eu tasco compressão e eq muito fortemente, em outras apenas para controle, sem aquecer. Nessa música desse post tem uma certa quantidade de compressão razoável, somada à equalização para tornar a voz mais palatável e inserida na mix. Um abraço!
    Paulo Assis

  3. Douglas disse:

    Boa tarde Paulo, tudo bem???
    Li um artigo seu na cover guitarra onde vc falava sobre como transformar um take caseiro em uma gravação profissional, (Sempre acompanhava seus artigos). Vc fala sobre usar um plugin pra aquecer o canal, tipo o steinberg magneto. Minha pergunta é a seguinte: Ainda não possuo um pré valvulado (Mais já estou pensando em reservar uma grana pra comprar um). Uso os prés da M-Audio 1814 que são transistoriados. Vc acha interessante usar algum plugin pra aquecer o canal até eu poder comprar um pré-valvulado?????? Ou não tem tanta nessecidade assim????? Até onde é legal aquecer um canal durante a mixagem?????

  4. Paulo Assis disse:

    Olá Douglas!
    Obrigado pelos elogios. Em breve vou postar algo observando mais detalhes de reverb/voz.
    Abraço,
    Paulo Assis

  5. Douglas disse:

    Fala Paulo, blz??? Muito boa a musica. Legal vc fazer esse esquema de ir analisando ela em outro post, acho que vai me ajudar muito.
    Bom sempre quebro a cabeça com alguns tópicos que ainda não consegui resolver, compressão por ex. Reverb então! As veses me da um nó na cabeça, ainda mais com as informações que a gente le por aí, comprei os livros do fabio henriques (me ajudaram muito, diga-se de passagem). Mais no topico de voz do segundo livro, ele diz que costuma usar um plate na voz, e que os ajustes tipicos variam de 2 a 3 segundos. Leio em muitos lugares dizendo pra se usar um reverb curto na voz (aqui por ex.) aí que complica, nunca sei se esses dois segundos são muito ou pouco. Comprei o livro da waves tambem, o cara atocha o compressor em quase tudo com uma redução de ganho entre 10 e 15 db, também não sei se essa comp é muito. (Muita gente diz que até 6 db de redução soa mais natural). Desculpa essa comentario enorme, mais o post de batera me ajudou muito, e crei que aqui achei algumas respostas convincentes. Muito bom seu blog cara, parabens!

  6. Rafael Kh disse:

    Obrigado novamente Paulo! Suas dicas são de grande valia pra todos nós! Continue sempre assim!

  7. Paulo Assis disse:

    Obrigado Rafael!
    Eu quero falar exatamente sobre isso em um dos posts de análise – poder mudar de falantes e níveis de volume e a música continuar “igual” (inteligível, detalhada etc) é uma das coisas mais difíceis de mixagem, pois é a consequência de várias ações durante a produção.
    Quanto ao tiny box, as frequencias em volta de 500 Hz são as principais de voz – não é por nada que a oitava central do piano é por aí também. Assim, temos uma naturalidade na audição dessas frequências. Mas não é uma questão de aumentar essa faixa na mix, mas sim de tomar cuidado para o que tem ali não embolar nem sem embolado pelo que tem fora da faixa. Se você utilizar apenas essa faixa, verá que o som fica horrível – ou seja, o resto é absolutamente necessário. O que acontece é que, no final, uma mix balanceada tem quase sempre essa faixa sendo utilizada. Não quer dizer que está mais alta em algum equalizador!
    Abraços
    Paulo

  8. Rafael O Kh disse:

    Muito bom Paulo! Eu particularmente acho incrivel o fato de soar igual em todos os falantes. É verdade que a maioria das músicas usam as frequencias entre 400 e 800 Hz para soar com mais dinâmica? Os engenheiros chamam isso de “tiny box”. É por isso quando usamos um analisador gráfico a maioria das músicas tem mais empenho nessas frequências?
    Abraços!

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